

Quem somos
O divino doce nasceu dia 8 de Março de 2005, pela necessidade de expandir as criações do actual gerente, Márcio Martins, chefe de pasteleiro, com uma vasta experiência no ramo da pastelaria e panificação, que conta com a ajuda da sua esposa, Rute Alves, em diversos sectores e com uma equipa de trabalho especializada nas práticas realizadas.
O espaço em que laboramos é um espaço acolhedor, simples e confortável, o que mais realçamos é sem dúvida a qualidade dos produtos e a variedade diária, isto porque, todos os nossos produtos são elaborados diariamente. É o nosso principal objetivo apostar na qualidade máxima de todos os produtos.
A qualidade de serviço de atendimento prestado é também um facto que cativa a visita ao nosso estabelecimento, as funcionárias são dinâmicas, rápidas e prestáveis.
Quem nos tiver a honra de nos visitar encontra ao seu dispor uma gama variada de pão fresco e com fornadas regulares, assim como uma montra de pastéis frescos e apetitosos, bolos de aniversário, com diversas massas e recheios e sobremesas que falam por si, que sem dúvida marcam momentos especiais.
Em épocas festivas como Natal e Pascoa, temos bolos afamados muito procurados, o nosso famoso bolo-rei de chocolate e o nosso pão-de-ló tradicional.
Nunca nos podemos esquecer, uma imagem de marca do Divino Doce, as bolas de Berlim…são maravilhosas.
Um dia que tenha disponibilidade, podemos mostrar-lhe a nossa caixinha mágica, o nosso fabrico.
Aqui tudo é Divino e Doce…





No Divino Doce o ingrediente mais importante
é a qualidade dissolvida na simpatia.


História e
Culturas.
Tradições e
Sabores





Valongo, desde tempos imemoriais, foi o principal fornecedor do pão da cidade do Porto. O seu desenvolvimento até o séc. XIX, está claramente ligado à moagem do trigo e à sua transformação e comercialização.
Terá sido no séc. XVI, devido ao acentuado aumento demográfico da cidade do Porto e à necessidade de abastecer os seus habitantes da principal base da alimentação da época, que Valongo se transformou no principal centro panificador da região.
Com a entrada no séc. XIX, numa conjuntura de lutas contra os franceses seguidas de lutas liberais e ainda do início da utilização da moagem a vapor, Valongo começa a perder a importância no abastecimento da cidade, mas nunca deixa de o fazer, até aos nossos dias, devido à qualidade e fama dos seus produtos.
É nesta altura que se incrementa o fabrico dos biscoitos de Valongo, para satisfazer uma clientela de um maior poder económico, com produtos de qualidade e com uma maior durabilidade.
O pão de Valongo, do qual se destaca a afamada regueifa e os biscoitos de Valongo, é um património material e imaterial que urge preservar e manter bem vivo na memória das gentes. Para que este legado não se perca, um grupo de valonguenses, ligado a várias áreas profissionais, uniu-se com o intuito de o preservar, defender e promover.
